Declaração do Imposto de Renda de 2026: Guia completo

Declaração do Imposto de Renda de 2026: Guia completo

Uma vez por ano é necessário enfrentar o Leão — o animal escolhido na década de 70 como mascote do Imposto de Renda (IR). Dessa maneira, o Governo pode entender de onde vem os ganhos dos contribuintes a fim de tributá-los. 

Mas você sabe como fazer o Imposto de Renda corretamente? É importante que a declaração seja feita com atenção para não cair na malha fina. Assim, você pode se manter em dia com as suas obrigações fiscais e não corre o risco de sofrer penalidades aplicadas pela Receita Federal.  

Quer entender como fazer o Imposto de Renda em 2026? continue a leitura e confira o passo a passo. 

O que é a declaração de Imposto de Renda? 

O Imposto de Renda é cobrado anualmente pelo Governo Federal. Para fazer o cálculo dessa tributação, é necessário que o contribuinte comunique como sua renda variou ao longo dos últimos 12 meses. Portanto, a declaração de IR 2026 é referente aos ganhos e gastos de 2025. 

Nesse documento, o contribuinte precisa informar ao Fisco tudo o que ganhou no ano passado. Entre esses rendimentos estão salários, aposentadoria, rendimentos de aluguel, investimentos e outras receitas que se enquadrem nas regras da Receita Federal. 

Na prática, a declaração funciona como uma prestação de contas anual. É por meio dela que a Receita Federal cruza dados sobre rendimentos, patrimônio, pagamentos e movimentações financeiras para verificar se os impostos pagos ao longo do ano foram suficientes, se existe saldo a restituir ou se ainda há valores a recolher. Por isso, mais do que uma obrigação, a declaração também é uma forma de organizar a sua vida financeira e manter seu CPF em situação regular. 

Para facilitar essa tarefa, diversas instituições disponibilizam um informe de rendimentos, inclusive o Digio. Com esse documento, fica mais simples entender e organizar os valores recebidos em 2025. 

Também é necessário listar as despesas feitas no mesmo período que podem ser abatidas na declaração e, consequentemente, reduzir o valor dos impostos pagos. Esses gastos são as chamadas deduções do IR. 

Dessa forma, há a possibilidade de você pagar um montante menor de imposto ou aumentar a restituição. Os principais gastos que o contribuinte pode deduzir do Imposto de Renda são: 

– despesas médicas, conforme as regras vigentes da Receita; 

– dependentes (filhos ou pais), no valor máximo de R$ 2.275,08 por dependente; 

– escola e faculdade, no valor máximo de R$ 3.561,50 por dependente; 

– contribuição à Previdência Social; 

– contribuição à Previdência Privada Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), respeitando o limite legal aplicável. 

Essas deduções são importantes porque diminuem a base de cálculo do imposto. Em outras palavras, dependendo do seu perfil de gastos ao longo do ano, elas podem ajudar a reduzir o valor devido ou até aumentar a restituição. Por isso, guardar comprovantes de despesas médicas, escolares e previdenciárias é um hábito que pode facilitar bastante o preenchimento da declaração. 

É válido reforçar que todos os valores inseridos na declaração precisam ser exatamente iguais aos informados nos comprovantes de rendimentos e de pagamentos. Caso haja uma inconsistência ou erro, você fica sujeito a multas e, em situações de agravamento da fraude, pode ser acusado de crime tributário. 

Quem precisa e quando declarar o Imposto de Renda em 2026? 

Ao saber o que é a declaração do Imposto de Renda, você deve estar curioso para saber quem precisa preencher esse documento. Afinal, nem todos os cidadãos são obrigados a declarar os seus ganhos. 

Em 2026, a declaração do IR é obrigatória para brasileiros que tiveram mais de R$ 35.584,00 em rendimentos tributáveis em 2025. Para chegar a esse valor, é necessário somar salários, férias, horas extras, pensões, benefícios e outros rendimentos tributáveis. 

Também é necessário declarar o IR 2026 quem:

– obteve receita bruta superior a R$ 177.920,00 com atividade rural; 

– recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma foi superior a R$ 200.000,00; 

– obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto; 

– realizou operações em bolsa de valores, mercadorias ou futuros cuja soma das alienações em 2025 foi superior a R$ 40.000,00, ou que resultaram em ganho líquido tributável; 

– teve a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor total superior a R$ 800.000,00. 

Essas regras existem para que a Receita consiga acompanhar não apenas a renda recebida ao longo do ano, mas também a evolução patrimonial do contribuinte. Por isso, mesmo pessoas que não se enquadram apenas pelo salário podem ser obrigadas a declarar por conta de investimentos, venda de bens, movimentações em bolsa ou patrimônio acumulado. Esse é um ponto que costuma gerar dúvidas, especialmente entre quem começou a investir recentemente ou passou a diversificar suas fontes de renda. 

Se você não se encaixa em nenhuma das categorias acima, em regra não é obrigado a declarar o IR. Porém, caso se enquadre em uma ou mais exigências, é necessário enviar a declaração devida, pois, caso contrário, o CPF pode ficar em situação irregular. 

Consequentemente, isso pode gerar uma série de limitações, como não conseguir solicitar crédito e não poder participar de concurso público. Há também uma multa que pode chegar a 20% do IR devido. 

Além disso, manter a situação fiscal regular é importante para diversas etapas da vida financeira. Em alguns casos, a regularidade do CPF pode ser exigida para financiamentos, abertura de contas, contratação de empréstimos e outras operações que dependem da validação cadastral do contribuinte. Por isso, mesmo quem considera a declaração um processo burocrático deve enxergá-la como parte da sua organização financeira anual. 

Em 2026, o prazo de entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio de 2026, conforme divulgado pela Receita Federal. 

Como declarar o Imposto de Renda 2026? 

Agora que você aprendeu mais sobre o IR, é o momento de descobrir o passo a passo completo para fazer sua declaração. Assim, é possível manter-se em dia com o Fisco e evitar os problemas causados pela não comunicação dos ganhos. 

Na sequência, veja o que você deve fazer para declarar o IR 2026! 

Faça o download do programa do IRPF 2026 

Para fazer sua declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em casa, faça o download do Programa Gerador de Declaração (PGD) para o seu computador (Windows, Linux ou Mac). Há também versões do aplicativo para seu smartphone (Android ou iOS).

Reúna os documentos necessários 

Se você nunca declarou o Imposto de Renda, existe uma série de documentos para reunir, como RG, CPF, título de eleitor e outros. Você também deverá informar sua profissão, número de dependentes com data de nascimento e grau de parentesco, endereço de residência e dados da conta bancária para eventual restituição do IR. 

Caso você já tenha realizado a declaração do IRPF em anos anteriores, existe a possibilidade de importar o documento do ano passado. Isso economizará seu tempo no preenchimento de boa parte dos dados pessoais e você só precisará informar os rendimentos e despesas para este ano. 

Nesse caso, é importante verificar se os dados estão corretos e atualizados, revisando tudo com atenção para confirmar se as informações continuam corretas e atualizadas. Mudanças de endereço, estado civil, inclusão ou exclusão de dependentes e alteração de conta bancária para restituição são exemplos de dados que precisam ser revisados com cuidado para que a declaração fique consistente. 

Por fim, reúna também outras informações e documentos para realizar a declaração, como: 

– informe de rendimento da sua conta bancária; 

– informes das empresas em que trabalhou ou de todas as fontes de renda que recebeu; 

– gastos com convênio médico; 

– compra e venda de imóveis ou veículos; 

– notas fiscais e recibos; 

– comprovantes de mensalidade escolar; 

– informes de investimentos. 

Preencha o IRPF 2026 

Com os documentos em mãos, é o momento de preencher as informações. Se você pretende criar uma declaração nova, basta escolher a opção “Nova”, selecionando a alternativa de declaração em branco. O preenchimento começará pela inserção dos seus dados pessoais e dependentes. 

Nela, estarão todos os campos com os documentos pessoais mencionados e, em seguida, você poderá enviar todas as informações financeiras solicitadas. Contudo, se a intenção é fazer a Retificação, que é a correção do IR, selecione a opção com esse nome e preencha os campos exibidos. 

Como você viu, há diversas informações para enviar pelo programa do Imposto de Renda. Desse modo, você deve prestar atenção para preencher corretamente os campos, o que evita a necessidade de retificar os dados enviados. 

Conheça abaixo as principais seções e dados solicitados pelo IRPF! 

Identificação do contribuinte 

Nesse campo, informe seus dados cadastrais principais, como nome completo, data de nascimento, título de eleitor, endereço, profissão, estado civil e se você possui alguma doença grave. 

É importante preencher essas informações com atenção, pois elas servem como base para toda a declaração e ajudam a identificar corretamente o contribuinte perante a Receita Federal. 

Dependentes e alimentandos 

Aqui, você deve incluir o nome completo dos dependentes, data de nascimento e CPF de cada um deles. Além disso, há um campo específico para pessoas que pagam pensões alimentícias definidas por decisões judiciais aos “alimentandos”, cujo preenchimento é semelhante ao de dependentes. 

Essa parte exige cuidado, já que a inclusão correta dessas informações pode impactar diretamente o cálculo do imposto e das deduções. 

Rendimentos tributáveis de recebimento de pessoa jurídica (PJ) 

Nessa tela, é preciso incluir todas as informações de seus rendimentos, seja você funcionário ou sócio de uma empresa, se prestou serviços autônomos ou é aposentado.  

Informe dados como CNPJ, nome da fonte pagadora, rendimentos recebidos, contribuição previdenciária e imposto retido na fonte. O ideal é sempre usar como base o informe de rendimentos fornecido pela empresa ou instituição pagadora. 

Rendimentos tributáveis de pessoa física/exterior 

Esse campo é para quem aluga imóvel, recebe parte da renda provinda do exterior ou é profissional autônomo. Nele, é necessário incluir todas as rendas recebidas de janeiro a dezembro de 2025. 

Como esse tipo de rendimento não costuma vir em um informe tão padronizado quanto o de empresas, é importante ter um bom controle dos valores recebidos ao longo do ano-base. 

Rendimentos isentos e não tributáveis 

Na hora de preencher esse campo, é possível selecionar diversas categorias, como bolsa de estudos, indenizações e outros rendimentos que se enquadram como isentos ou não tributáveis. Aqui, é preciso informar a fonte pagadora e o valor recebido. Mesmo que esses valores não gerem imposto a pagar, eles devem ser informados corretamente para que a declaração fique completa. 

Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva 

Aqui entram informações sobre determinados rendimentos, como os de aplicações financeiras, prêmios e outros valores que seguem essa forma específica de tributação. Basta selecionar a categoria específica e informar os dados solicitados, como fonte pagadora e valor recebido. 

Em muitos casos, o imposto já foi descontado na origem, mas ainda assim esses rendimentos precisam constar na declaração. 

Rendimentos tributáveis de PJ (Imposto com exigibilidade suspensa) 

Nesse campo, você deve informar se existem impostos que estão sendo contestados judicialmente e, por isso, têm exigibilidade suspensa. Se esse não for o seu caso, basta seguir para a próxima etapa. Como é um campo mais específico, ele costuma ser deixado em branco pela maior parte dos contribuintes. 

Rendimentos recebidos acumuladamente 

Você recebeu algum valor de salário, aposentadoria ou pensão de uma só vez, referente a períodos anteriores? Então é aqui que você deve informar essa ocorrência, completando todos os campos solicitados no programa. Esse tipo de rendimento exige atenção porque possui tratamento próprio na declaração e deve ser informado da forma correta. 

Imposto de Renda pago ou retido 

Parte do preenchimento desse campo pode ser feita automaticamente, dependendo da origem dos rendimentos. Em alguns casos, será necessário completar os dados manualmente, como é o caso de rendimentos provindos do exterior. 

Pagamentos efetuados 

Nesse momento, você deve comunicar todos os pagamentos efetuados relacionados à educação, saúde, pensão e todas as opções das categorias disponíveis, conforme a lista disponibilizada pelo sistema no momento de preencher os dados. 

Doações e doações diretamente na declaração 

Você fez alguma doação para entidades, pessoas ou empresas? Então você precisa informar qual a categoria e a quantia. Se você ainda não realizou e quer fazer sua doação, pode selecionar entre as opções nacional, estadual ou municipal e informar o valor que desejar doar. 

Bens e direitos 

Essa tela é destinada a informar todos os bens e direitos que você possuía até 31 de dezembro de 2025, como carro, moto, imóveis residenciais e comerciais, saldo em conta, investimentos e outros patrimônios. O preenchimento dessa parte é importante para demonstrar sua evolução patrimonial e manter coerência entre as informações declaradas de um ano para o outro. 

Dívidas e ônus reais 

Informe empréstimos, financiamentos e outras dívidas que se enquadrem nas regras de declaração, com a discriminação e a situação patrimonial correspondente. 

Espólio 

Nesse campo, devem ser registradas informações relativas ao inventário e à pessoa responsável pela administração dos bens do falecido. Para isso, é preciso informar o CPF, nome completo e endereço atualizado. 

Doações a partidos políticos ou candidatos 

Se você realizar esse tipo de doação, basta preencher os dados solicitados para informar o gasto, como o CNPJ, o nome do candidato e o valor. 

Importações 

Como você viu, é possível importar dados, como fichas do carnê-leão, atividade rural, ganho em moeda estrangeira, informes de rendimentos e informe do plano de saúde. Para tanto, basta utilizar esse campo para fazer o upload dos arquivos, facilitando o preenchimento. 

Ganho de atividade rural 

Os produtores rurais devem preencher todas as movimentações de suas atividades ou importar os dados do documento da atividade rural do ano-base. 

Ganhos de capital 

Caso você tenha vendido um carro, imóvel ou recebido rendimentos por ser sócio de uma empresa, esse é o campo correto para preencher essas informações, informando os lucros obtidos. 

Renda variável 

Se você investiu em ações do mercado financeiro ou realizou operações em bolsa, também será necessário informar os valores conforme as regras do programa. 

Como declarar investimentos no Imposto de Renda? 

Além dos rendimentos do trabalho e das despesas dedutíveis, também é importante separar os informes dos seus investimentos. Isso vale para produtos como CDB, conta que rende e Tesouro Direto, por exemplo, que podem aparecer em fichas diferentes da declaração, dependendo do tipo de rendimento e da forma de tributação. 

Vale destacar que declarar investimentos não significa necessariamente que haverá imposto a pagar no momento da entrega da declaração. Em muitos casos, a tributação já acontece na fonte, e a função do contribuinte é apenas informar corretamente o que tinha aplicado, quanto rendeu e em qual categoria aquele rendimento se encaixa. 

Como declarar CDB no Imposto de Renda 

No caso do CDB, normalmente os valores aplicados e o saldo em 31 de dezembro devem constar na ficha de Bens e Direitos, enquanto os rendimentos costumam aparecer na ficha de Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, já que, em geral, o imposto é retido na fonte. 

Por isso, ao declarar esse tipo de investimento, o mais importante é consultar o informe de rendimentos fornecido pela instituição financeira. É esse documento que vai mostrar os valores corretos e ajudar no preenchimento de cada campo da declaração, com mais segurança e organização. 

Como declarar conta que rende no Imposto de Renda 

A conta que rende, quando oferece rendimento automático sobre o saldo, também costuma gerar informe próprio da instituição financeira, com a indicação do saldo e dos rendimentos para preenchimento da declaração. 

Nesse caso, a lógica é parecida: o contribuinte deve utilizar as informações disponibilizadas no informe para entender onde declarar o valor mantido em conta e onde informar os rendimentos obtidos ao longo do ano-base. 

Como esse tipo de produto costuma ser usado no dia a dia, é importante não esquecer que ele também pode precisar ser informado na declaração, especialmente quando houver rendimento associado ao saldo. 

Como declarar Tesouro Direto no Imposto de Renda 

No caso do Tesouro Direto, os títulos e seus respectivos rendimentos devem ser declarados de acordo com o informe disponibilizado pela corretora ou banco responsável pelo investimento. 

Como esse documento já traz os dados organizados, ele facilita bastante o preenchimento da declaração e ajuda o contribuinte a registrar corretamente tanto a posição dos títulos quanto os rendimentos recebidos no período. 

Na prática, o mais importante é utilizar sempre o informe de rendimentos fornecido pela instituição responsável pela aplicação. Esse documento mostra onde cada valor deve ser declarado e ajuda a organizar informações sobre saldos, rendimentos e eventual imposto retido. Para quem investe em mais de um produto, reunir esses informes com antecedência deixa o preenchimento muito mais simples, mais ágil e muito mais confiável. 

Resumo da declaração 

Aqui é o momento de verificar o cálculo do seu imposto com base em tudo o que você informou anteriormente. Vale saber que valor do tributo devido para o Governo dependerá da renda anual de cada pessoa, pois a alíquota varia conforme as faixas de renda. 

Nessa etapa, será possível identificar se você receberá de volta parte do valor pago como imposto ao longo do ano (restituição) ou se precisará pagar a diferença para a Receita Federal. Também é possível que não existam valores a pagar ou receber. 

Esse resumo é importante justamente porque consolida tudo o que foi informado ao longo da declaração e ajuda o contribuinte a entender sua situação final de forma clara. 

Verifique as pendências 

Nessa tela, você confere se tem alguma informação faltando em sua declaração para fazer as correções, se necessário. Dessa forma, você garante que não haverá inconsistência entre os dados enviados e os que a Receita utiliza para cruzar as informações. 

Essa etapa merece atenção especial porque funciona como uma revisão final antes do envio. Se houver campos obrigatórios em branco, valores incompatíveis ou informações pendentes, o próprio sistema costuma sinalizar. Aproveitar esse momento para revisar a declaração com calma pode evitar dores de cabeça futuras. 

Opte pelo modelo de declaração mais adequado 

Outro ponto importante é escolher o modelo de declaração. O primeiro é o “Deduções legais”, que corresponde à declaração detalhada com todas as despesas que teve no ano de 2025. Dessa forma, ela visa reduzir o pagamento do imposto devido ou até mesmo garantir a restituição. 

Já a segunda opção é o desconto simplificado, em que o contribuinte abre mão das deduções específicas em troca do desconto-padrão previsto nas regras do exercício. A própria Receita disponibiliza o comparativo entre os modelos, o que facilita a escolha pela alternativa mais vantajosa. 

Assim, se você ultrapassou esse montante com despesas dedutíveis (médicos, escolas, entre outras), a declaração completa será mais vantajosa. Caso você tenha tido despesas inferiores a esse valor, é melhor escolher o modelo simplificado. 

A vantagem é que o sistema faz o cálculo automaticamente, permitindo que você veja o comparativo e tome a melhor decisão. Depois de verificar todas as informações, você poderá entregar o documento. Por fim, salve o recibo da declaração do Imposto de Renda. 

Agora é só aguardar o processamento da declaração e o pagamento da restituição, se houver. Nesse caso, o imposto que você tenha quitado a mais será devolvido de acordo com o calendário de lotes, elaborados a partir da data de entrega da declaração. Logo, quanto antes você declarar, mais rapidamente poderá receber o montante. 

 

Neste post, você descobriu o que é a declaração do Imposto de Renda e como fazer a sua. Assim, é possível informar à Receita Federal sobre os seus ganhos e gastos e entender se será necessário pagar a tributação ou receber a quantia paga a mais. 

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Essa é a primeira vez que você fará a declaração do Imposto de Renda?  

> Confira o post que foi elaborado para ajudar nessa tarefa! 

 

 


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