Informalidade atinge 40 milhões de brasileiros: como isso afeta o acesso a crédito e a proteção social?

Informalidade atinge 40 milhões de brasileiros: como isso afeta o acesso a crédito e a proteção social?

Segundo dados do IBGE, relativos ao final de 2024, quase 40 milhões de brasileiros trabalham de forma informal, o equivalente a 38,6% da população ocupada.

Apesar da taxa de desemprego estar em níveis próximos do mínimo histórico, a informalidade segue sendo um desafio estrutural, impactando diretamente o acesso de trabalhadores a serviços financeiros e benefícios essenciais.

O que os dados do IBGE revelam sobre a informalidade?

Segundo o IBGE, essa modalidade de trabalho afeta cerca de 40,3 milhões de pessoas, um número que só cresce com o avanço de atividades sem vínculo formal, como trabalho doméstico, comércio ambulante e serviços autônomos sem CNPJ.

Em 2024, a informalidade se manteve estável, em torno de 38% a 40% da força de trabalho — tendência acentuada por modelos de trabalho flexibilizados e pela falta de oportunidades formais. A informalidade é especialmente alta entre jovens, mulheres e pessoas com menor escolaridade.

Por que isso é um desafio para o futuro do trabalho?

Trabalhadores informais enfrentam renda instável, ausência de direitos (como férias, FGTS e seguro‑desemprego) e contribuição previdenciária irregular, o que compromete a sua aposentadoria.

Esse grupo também é mais vulnerável a crises econômicas e sanitárias, sem rede de proteção social. A falta de vínculo empregatício formal também reduz a arrecadação e enfraquece políticas sociais estruturadas.

Especialistas defendem que é urgente implementar políticas de proteção social centradas na pessoa, não no tipo de emprego, oferecendo direitos automáticos e benefícios básicos, independentemente do vínculo formal.

Impactos no acesso a crédito, benefícios e aposentadoria

Esse alto número de trabalhadores informais acaba gerando diversos impactos na vida dessas pessoas, como:

  • Dificuldade na comprovação de renda: a ausência de registro formal dificulta o acesso a empréstimos e financiamentos. Muitos trabalhadores informais são excluídos dos modelos tradicionais de análise de risco, mesmo com renda regular.
  • Limitação de benefícios da CLT: sem carteira assinada, não há direito a FGTS, 13º salário, licença médica remunerada ou seguro‑desemprego.
  • Previdência comprometida: a contribuição irregular ao INSS impede a aposentadoria futura, deixando os trabalhadores expostos em longo prazo.

Como o Digio pode apoiar o trabalhador informal?

O Digio pode oferecer soluções digitais e inclusivas para aumentar a segurança financeira dos trabalhadores informais:

  • Avaliação de crédito digital adaptada: com uso de transações por Pix e dados de aplicativos, o Digio pode reconhecer padrões de renda não formalizados, criando perfis mais precisos de risco.
  • Educação financeira: com conteúdos exclusivos neste blog, explicando detalhadamente os diferentes tipos de investimentos, empréstimos e outros produtos financeiros, que podem ajudar o trabalhador informal a aumentar sua segurança financeira.
  • Linhas de empréstimo e ágeis e acessíveis: opções como o Grana Extra e o Pix no Crédito oferecem crédito rápido e sem burocracia para os momentos de aperto do trabalhador que possui conta e cartão Digio.

Inclusão financeira como caminho para a proteção

A informalidade atinge quase 40 milhões de brasileiros, limitando acesso a crédito, benefícios e segurança previdenciária. Economistas apontam que é necessário combinar políticas de proteção social, educação financeira e modelos híbridos para formalização, independentemente do regime de emprego.

Para o trabalhador informal, o caminho para maior segurança passa pela inclusão digital e financeira. O Digio, com seus canais acessíveis e tecnologia voltada ao usuário, pode ser um aliado importante para oferecer crédito justo, apoiar a formalização e promover uma vida financeira mais equilibrada, sempre com inovação e responsabilidade.


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