Reserva de emergência: veja o que é e como fazer a sua!

Reserva de emergência: veja o que é e como fazer a sua!

Que imprevistos acontecem a todo momento você já sabe, né? Por isso é tão importante levantar seus gastos e receitas para conseguir criar um bom orçamento e, assim, manter sua vida financeira em dia.

Dentro de todo e qualquer orçamento não pode faltar a reserva de emergência, dinheiro destinado a dar um respiro para os momentos imprevisíveis ou mais difíceis.

Nesse texto vamos te dar algumas dicas para guardar essa grana e conseguir enfrentar os dias de aperto de forma mais fácil.

Como fazer uma reserva de emergência?

Para conseguir fazer uma reserva de emergência você deve seguir o seguinte passo a passo:

– Faça o levantamento de suas receitas e despesas: para conseguir criar uma reserva de emergência é importante visualizar tudo o que você ganha (receita) e tudo o que você gasta (despesa) durante um determinado período. Geralmente isso é feito de forma mensal, por ser o período em que a maioria dos trabalhadores recebem seus ganhos.

Vale lembrar que se você usa o DigioCartão e a DigioConta para pagar todas as suas despesas, receber Pix e o seu salário, isso fica mais fácil. No DigioApp, na aba de extrato, você pode conferir todos os valores que entraram e saíram da sua conta e o todos os lançamentos na fatura do seu cartão de forma simples e rápida, apenas com o seu celular.

– Classifique suas despesas: para começar, você deve dividir suas despesas em fixas e variáveis. O primeiro tipo é a que ocorre sempre e costuma não ter variação tão significante ao longo do mês, como aluguel, internet, assinatura de serviços e outras contas. Já os custos variáveis são aqueles que você não tem uma previsão muito aproximada do valor, como suas despesas com transporte, alimentação e outros.

– Separe o essencial do não essencial: todos nós temos despesas que são essenciais para viver e outras que são importantes, mas não chegam a ser essenciais. Você é a melhor pessoa para fazer essa seleção e definir quais são as despesas que precisam continuar e as que podem ser cortadas do seu orçamento em determinados momentos.

– Defina um valor mensal para emergências: depois de levantar seus gastos e receitas, classificar suas despesas em fixas e variáveis e separar as essenciais, você vai conseguir visualizar melhor como está usando seu dinheiro e determinar uma quantia mensal para momentos de emergência.

Com esses passos, além de conseguir fazer uma reserva de emergência, você terá maior controle da sua vida financeira, acredite!

Quanto guardar para reserva de emergência?

Alguns especialistas apontam que o valor para guardar de reserva de emergência é de no mínimo 10% da sua renda, mas a melhor resposta para essa pergunta é depende.

A organização da vida financeira não funciona exatamente como uma receita de bolo, que possui um passo a passo com ingredientes predeterminados, pois cada pessoa tem uma realidade diferente, o que faz com que a forma de gerir o dinheiro seja diferente.

Por isso, para conseguir determinar o valor da sua reserva de emergência, é primordial entender a sua realidade. Analisar situações que você já viveu, sua atual situação e conversar com amigos e parentes do seu convívio diário pode ajudar.

Se conseguir poupar 10% da sua renda mensal, ótimo, se conseguir guardar um pouco mais, melhor ainda, mas, caso não seja possível comece guardando qualquer valor.

Como calcular a reserva de emergência?

Como falamos acima, não existe um valor certo para você guardar todos os meses como reserva de emergência. Alguns especialistas em gerenciamento de finanças dizem que o ideal é ter 6 vezes o custo mensal guardado como reserva de emergência. Dessa forma, por exemplo, você pode manter seu padrão de vida por 6 meses em uma situação de desemprego.

Assim, caso você perca sua fonte de receita ou precisa resolver algum imprevisto, você tem uma quantia significativa para resolver.

Isso significa que, para calcular o valor mínimo de reserva de emergência, você deve fazer uma média dos seus gastos mensais e multiplicar por 6. Ou seja, se a média das suas despesas fixas mensal chega a 2 mil reais, a reserva de emergência indicada é de no mínimo 12 mil reais.

Onde investir minha reserva de emergência?

Os primeiros pontos a se observar na hora de escolher onde investir sua reserva de emergência são a liquidez, tempo necessário para fazer o resgate do investimento, e o risco que ele oferece.

O primeiro ponto é muito importante pois estamos falando de um momento de emergência, que você precisará usar o dinheiro, ou parte dele, de forma rápida. Por esse motivo, você deve escolher um investimento que te ofereça liquidez diária e que não tenha nenhuma burocracia para resgate.

Sobre o risco, lembre-se que estamos falando de uma quantia que pode ser usada a qualquer momento, por isso, não é indicado que você não tenha certeza de que ele vai ter de trazer rendimento positivo. Seguindo essa linha de raciocínio, os investimentos de Renda Fixa são uma opção melhor do que o de Renda Variável, por oferecerem menos risco.

CDI x Poupança

Quando falamos de liquidez diária, facilidade de uso e rendimento positivo vem o que na sua cabeça? A resposta pode ser a poupança, mas você já conhece a DigioConta? Se você já ativou a sua, sabe como é bom ter com uma conta que rende 100% do CDI de forma automática com diversas funcionalidades que agilizam o seu dia a dia, não é mesmo?

Isso significa que com o rendimento da conta digital do Digio, além de contar com diversas funcionalidades e serviços, você tem rendimento maior que o da poupança com a mesma segurança.

Então, se você ainda não ativou a sua, clique aqui para ver como ativar. Caso queria entender todos os detalhes do rendimento da DigioConta, clique aqui!


Compartilhar o artigo